COVID-19: JUSTIÇA ATENDE PEDIDO DA PREFEITURA DE UBERLÂNDIA E PERMITE VOLTA DAS AULAS PRESENCIAIS

A Justiça retirou a suspensão das aulas presenciais em Uberlândia, após pedido de reconsideração feito pela Prefeitura de Uberlândia na última semana. A decisão de permitir a volta das atividades escolares de forma presencial é do desembargador Alexandre Santiago assinada nesta terça-feira (1º).

A Defensoria Pública, autora da ação que suspendeu as aulas presenciais, informou-a que não pretende recorrer da nova decisão, já que entende que a situação da pandemia de Covid-19 na cidade é diferente de fevereiro. Afirmou, ainda, que já havia tentado um acordo com o Município para a retomada das atividades presenciais de forma gradual.

No último sábado (29), a Prefeitura de Uberlândia pediu à Justiça que reconsidere a decisão que suspendeu as atividades esolares presenciais na cidade. O objetivo é que a Adminsitração Municipal possa retornar deliberações e decidir quando e como as escolas públicas e particulares de Uberlândia poderão retomar as aulas presenciais.

No documento, o Município solicitou que a Justiça reconsidere a decisão até o julgamento definitivo da ação movida pela Defensoria Pública, que resultou na suspensão, e também do agravo interposto pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Triângulo Mineiro contra a decisão em que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu as aulas presenciais no município.

Na última semana, o Sindicato das Escolas Particulares do Triângulo Mineiro (Sinep-TM) iniciou um movimento pedindo o retorno de aulas presenciais em Uberlândia. Também ocorreu manifestações pais, estudantes e profissionais da educação pela retomada das atividades presenciais.

As aulas presenciais foram suspensas em março de 2020, chegaram a ser retomadas em fevereiro de 2021, mas foram novamente suspensas poucos dias depois após decisão da Justiça. A interrupção atendeu pedidos da Defensoria Pública e de professores, que solicitam a retomada do ensino em sala de aula, após vacinação de profissionais da área.

Fonte: G1.